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Eurovision: a Copa do Mundo da música Europeia (parte 4)

Atualizado: 28 de set. de 2022


Depois de 31 anos, o Eurovision Song Contest retorna à Itália, mas para entender melhor a história dessa grande competição temos que voltar um pouco no tempo: A Itália participou da competição 47 vezes desde a primeira edição (em 1956). O Eurovision foi inspirado no Festival de Sanremo, que teve sua estreia em 1951. Com a "reforma" no início da década de 2010, o Festival de Sanremo também tem sido usado como uma seletiva para definir qual artista será enviado para a competição do Eurovision Song Contest mas, obviamente, existem exceções.





Dados estatísticos

Historicamente, a Itália já terminou quinze vezes entre os cinco primeiros colocados da competição, e ganhou apenas três vezes: Gigliola Cinquetti - Non ho l'età (1964), Toto Cutugno - Insieme: 1992 (1990) e, em 2021, com Måneskin - ZITTI E BUONI.


As cidades que sediaram o evento foram Nápoles (1965), Roma (1991) e, finalmente, Turim (2022).


Nenhuma das canções vencedoras do Eurovision no século XX foram particularmente bem sucedidas nas paradas italianas. A Itália se retirou várias vezes da competição, retornando definitivamente em 2011.


A primeira retirada foi em 1981 , quando a RAI afirmou que o interesse pelo Eurovision havia diminuído no país. Novamente se retirou em 1986 , quando a RAI decidiu não entrar no concurso. De 1994 a 1996 , a Itália se retirou novamente, com a RAI alegando falta de interesse em participar.

A Itália retornou em 1997 , antes de se retirar novamente sem explicação, e o país não participou novamente até 2011 .

Desde 1999, quatro países – França , Alemanha , Espanha e Reino Unido – classificam-se automaticamente para a final do Eurovision, independentemente dos seus resultados em concursos anteriores. Estes países ganharam este estatuto especial por serem os quatro maiores contribuintes financeiros para a EBU (The European Broadcasting Union), e posteriormente ficaram conhecidos como os "Big Four"


Em 31 de dezembro de 2010, foi anunciado que a Itália participaria do concurso de 2011, além de confirmar a inclusão do país na fase final, oficialmente membro dos agora chamados "Big Five".


Como funciona?

Para explicar a funcionalidade desse fenômeno, a tarefa não é nada simples.


Cada país (geralmente, em torno de quarenta nacionalidades) realiza a própria seletiva para escolher um representante - seja através de um festival, uma eleição, decisão interna, inscrição, afunilamento ou qualquer outra forma legítima de seleção. Por esse motivo, as regras e formas de seleção são variadas e não existe um padrão correto de como todos os países deveriam se portar - é como se a concessão fosse um combinado: organize do seu jeito, e nos traga o seu competidor.


Já citamos anteriormente a tradicionalidade do Festival de Sanremo que, sem dúvidas, é uma exceção. Talvez por esse motivo, o festival seja escolhido por muitos eurofãs como "uma das melhores seleções nacionais". Há quem discorde, é claro...


Obviamente, alguns países dão mais importância à competição que outros, mas o fato é que sediar um evento desse porte é quase tão lucrativo quanto o nosso Carnaval: movimenta a economia, atrai turistas e interessados na cultura local.


Måneskin: o bom filho 'Torna a casa'

Após rodar o mundo com o sucesso extraordinário da fase "Teatro D'Ira - Vol. 1", que já dura mais de um ano no topo das paradas, o desfecho dessa história não poderia ser diferente: Måneskin retorna ao Eurovision Song Contest 2022, como convidados da grande final.






Tradicionalmente, os vencedores da edição anterior costumam retornar no ano recorrente para reapresentar suas músicas de competição. Seguindo essa lógica, era esperado que o Måneskin apresentasse "ZITTI E BUONI", o que causou um furor nas redes sociais. Porém, por outro lado, não foi isso que aconteceu: a banda apresentou o novo single, "SUPERMODEL" e uma surpresa especial - um cover da música 'If I Can Dream', de Elvis Presley, que formaria parte da trilha sonora do filme biográfico de Elvis - dirigido por Baz Luhrmann.



Especificamente durante a performance, conseguimos ver Damiano mancando em alguns pontos - mesmo assim ele não desistiu da apresentação. Infelizmente, Damiano torceu o tornozelo durante as gravações do videoclipe de SUPERMODEL, single mais recente da banda. Confira a performance abaixo.



Para representar o país, deveriam ser escolhidas figuras ilustres como apresentadores - afinal, um anfitrião quer causar boa impressão. Os escolhidos foram Laura Pausini, Alessandro Cattelan e Mika - que, apesar de não ser italiano, é uma figura extremamente presente e interessante na televisão do país.







Mas não podemos deixar de mencionar o grande Alessandro Cattelan, que esteve acompanhando o Måneskin na trajetória do The X-Factor, em 2017 - ele era nada mais e nada menos que o apresentador do reality à época, e acompanhou todo o crescimento da banda desde então, fazendo questão de mencionar isso no seu discurso do Eurovision.












Após a apresentação, quando perguntaram para o Damiano qual seria o conselho que ele daria aos participantes, ele disse ”se divirtam e fiquem longe da mesa”, fazendo menção a acusação que receberam na competição em 2021 - onde Damiano foi acusado de estar usando drogas em cima da mesa. Assista abaixo.



As acusações foram desmentidas, porém alguém que escreveu "They wanna arrest but I was just having fun. I swear that I'm not drunk and I don't taking drugs, they ask me why so hot... 'cause I'm italiano" (MAMMAMIA, 2021) não perderia a chance de dar uma alfinetada final.




 

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<<< PARTE TRÊS >>> CONTINUA EM BREVE




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